quarta-feira, 29 de abril de 2009

Resumo de Aulas - 9

Resumo das Aulas dos dias: 21/04, 23/04, 28/04 e 30/04

Não houve aula em nenhum desses dias. O primeiro por ser feriado de Tiradentes, nos restantes pelo professor estar viajando.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Resumo de Aulas - 8


Resumo das Aulas dos dias: 14/04 e 16/04

Máximas Conversacionais e Ética

Ao estudarmos as Máximas Conversacionais, que também podem ser chamadas de Leis do Discurso, aprendemos algumas "regras" que, se fossem seguidas, o disurso teria melhor fluência. Os princípios básicos são o da Relevância, Quantidade/Informatividade, Qualidade/Sinceridade e Modo. Caso todos os interlocutores saibam da importância desses princípios, o discurso ganhará credibilidade e poderá acontecer da melhor maneira possível, baseado no limite de tempo que se dispõe. Assistimos a um "filme" sobre Ética, em que esta foi abordada no âmbito jornalístico e literário. Foi, então, gerado um debate para que pudéssemos trazer à tona esse assunto tão importante, mas tão ausente (esquecido), nos dias de hoje.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Resumo de Aulas - 7

Resumo das Aulas dos dias: 07/04 e 09/04

Prova no dia 07, e Feriado no dia 09.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Ilusões Perdidas

BALZAC, Honoré de. Ilusões Perdidas. Tradução e Adaptação: Silvana Salerno. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

As ilusões estão todas perdidas?

Honoré de Balzac viveu no momento em que ocorria a transição do Romantismo ao Realismo. A poesia sentimental perdia valor para a prosa de análise psicológica e social. A sociedade reconheceu-se digna de análise, tornando-se alvo de sua própria pena. Sendo um escritor do interior que se depara com as dificuldades de ganhar a vida como literário em Paris, Balzac apela para o jornalismo como fonte de renda para sobreviver. Assim, ao comparar a vida desse grande autor e o romance Ilusões Perdidas, percebe-se um quê de autobiografia no desenrolar da história.

Munido de experiência no ramo jornalístico, Balzac traz à tona redações movidas por interesses pessoais que menosprezavam a apuração dos fatos e a verdade. “Com a sua pena você pode destruir qualquer coisa, até uma obra-prima” (p. 167). “Um jornal não é feito para esclarecer, mas para bajular alguns, e arrasar outros” (p. 138). Sendo considerada por muitos como o Quarto Poder, a imprensa faz jus ao poder que tem.

Balzac criticou, impiedosamente, a sociedade da época, desmascarando a aristocracia vaidosa, capaz de tudo para derrubar os que tentassem ascender socialmente. Mostrou um jornalismo cru, repleto de inveja, trapaças e mentiras. Além da decepção de intelectuais honestos que trocavam sonhos literários por artigos vazios em jornais, levados por um instinto de sobrevivência. Tamanho desgosto, evidente em Ilusões Perdidas, faz com que o autor soe frustrado e desiludido com a sociedade, tornando-se incapaz de reconhecer os pontos positivos, como a divulgação da cultura, por exemplo, daquele jornalismo iniciante.

O pessimismo de Balzac é explicado pela própria vivência do autor e pelo pensamento da época, assim como o de Machado de Assis. Ambos foram escritores talentosos, pobres, cheios de sonhos, rodeados pela filosofia niilista. Encontraram tantas dificuldades para serem consagrados, que acabaram desiludidos por uma sociedade preconceituosa. Incapazes de ter uma visão otimista sobre ela, isso se reflete em suas obras.

“O jornal é um comércio que vende a informação que quer” (p. 138). E essa cena arrasada por Balzac não sofreu mudanças radicais, mesmo dois séculos depois. O jornal continua sendo uma empresa, e ainda é politicamente importante alienar a população com uma imprensa superficial, repetitiva e sensacionalista.

A mídia é fundamental para a população, e não se deve perder todas as ilusões. Os jornalistas da atualidade tratam a informação com mais ética e profissionalismo; intencionam aproximarem-se da verdade – ainda que muitas vezes sejam podados por editores e donos de jornais.

Resumo de Aulas - 6


Resumo das Aulas dos dias: 31/03 e 02/04

Relações Fala x Escrita

No dia 31, a aula foi sobre Oralidade e Letramento, baseada no texto de Maruschi. Aprendemos as diferenças entre fala e escrita, os Postulados Centrais e as Perspectivas sobre a relação entre elas. Analisamos as Perspectivas Dicotômica, Culturalista ou Fenomenológica, Variacionista e Sociointeracionista, e as críticas feitas a essas teorias. Embora a escrita seja um recurso supervalorizado, há pensadores que foram contra seu uso. Dentre eles os mais importantes são Platão (exaltação da completude e excelência da fala), Rousseau (a escrita como responsável pelo desmembramento das sociedades) e Henry Berson (a escrita como fragmentadora da fala). Na aula do dia 02 foi feito um debate acerca do livro Ilusões Perdidas de Honoré de Balzac, sobre o qual fizemos uma resenha (nisso é que a gente acredita).

Resumo de Aulas - 5


Resumo das aulas dos dias: 24/03 e 26/03

Marcas de Dialogismo / Resenha

A aula do dia 24 foi sobre a classificação de intensidade dialógica. Variados tipos de interação foram colocados em ordem decrescente; do mais visivelmente dialógico ao menos visivelmente dialógico. Identificamos, também, em textos jornalísticos marcas explícitas e implícitas de dialogismo. No dia 26 tivemos uma aula sobre resenha. Aprendemos suas características, o que deve estar contido na introdução, no desenvolvimento e na conclusão, e como devemos expor nossa opinião dentro desse formato de texto. Como exemplo de resenha, nos foi mostrada uma crítica literária feita porJerônimo Teixeira, publicada na Revista Veja. Com a apresentação de quatro alunos da turma, aprendemos as principais diferenças entre resenha literária e cinematográfica.